• 30 mar

    Popularidade da Objective-C continua a aumentar, tem resultado mais alto de todos os tempos, ao passo que vai ficar abaixo de 1% pela primeira vez. Nenhuma das linguagens promissoras mencionados no mês passado esteve no top 20. Bom e Fortran velho entrou na parada em vez disso, substituindo Lisp / Scheme. MATLAB também fez um salto interessante. Agora está perto de se ter status de “linguagem de programação”.

    O índice TIOBE Programming Community dá uma indicação da popularidade das linguagens de programação. O índice é atualizado uma vez por mês. As classificações são baseadas no número de engenheiros qualificados mundo inteiro, cursos e fornecedores de terceiros. O popular motor de busca Google, MSN, Yahoo!, Wikipedia e YouTube são utilizados para calcular os votos. Observe que o índice TIOBE não é sobre a melhor linguagem de programação ou a linguagem em que a maioria das linhas de código tem sido escrita. O índice pode ser usado para verificar se suas habilidades de programação são ainda atualizadas ou para tomar uma decisão estratégica sobre o que a programação linguagem deve ser adotada quando começar a construir um novo sistema de software. A definição do índice TIOBE pode ser encontrada aqui.

    Position
    Mar 2010
    Position
    Mar 2009
    Delta in Position Programming Language Ratings
    Mar 2010
    Delta
    Mar 2009
    Status
    1 1 Java 17.509% -2.29% A
    2 2 C 17.279% +1.42% A
    3 4 PHP 9.908% +0.42% A
    4 3 C++ 9.610% -0.75% A
    5 5 (Visual) Basic 6.574% -1.71% A
    6 7 C# 4.264% -0.06% A
    7 6 Python 4.230% -0.95% A
    8 9 Perl 3.821% +0.40% A
    9 10 Delphi 2.684% -0.03% A
    10 8 JavaScript 2.651% -0.96% A
    11 11 Ruby 2.327% -0.27% A
    12 32 Objective-C 1.970% +1.79% A
    13 - Go 0.921% +0.92% A
    14 15 SAS 0.769% -0.03% A
    15 13 PL/SQL 0.737% -0.31% A
    16 22 MATLAB 0.661% +0.20% B
    17 17 ABAP 0.639% +0.00% B
    18 16 Pascal 0.603% -0.13% B
    19 19 ActionScript 0.594% +0.11% B
    20 27 Fortran 0.563% +0.24% B
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  • 19 mar

    Experiência em outro setor pode ajudar estudante na busca de colocação.

    Roberto Machado

    Aluno do primeiro ano do curso de Sistemas da Informação, na USJT (Universidade São Judas Tadeu), o estudante Thyago Kimio Kamozaki chegou a participar de alguns processos seletivos sem sucesso. Em princípio, isso não o desanimou. Àquela altura, o rapaz apenas começava a carreira universitária e o tempo parecia a seu favor. Entretanto, depois de outro ano sem emprego na área em que estudava, a opção foi trabalhar como auxiliar administrativo por um período enquanto a oportunidade não surgia. Para Kamozaki o motivo parecia óbvio. “Eles exigiam muitos cursos e conhecimentos que eu, na época, não tinha”, explica ele. A questão que o atormentou na época foi a mesma que ronda a cabeça de muitos universitários: o que o estudante deve fazer quando as oportunidades na área não vêm e os meses para seu curso terminar estão contados?
    Kamozaki continuou a enviar currículos e a marcar entrevistas depois do sexto semestre, mas dessa vez o problema deixou de ser a falta de cursos e passou para o lado da experiência profissional. “Havia aprendido e tinha me tornado capaz de realizar as funções pertinentes à minha área, mas como nunca havia estagiado, era difícil ser aceito em alguma empresa”, argumenta o estudante. O importante para o quase formado estudante de Sistemas da Informação é continuar se aprimorando na área depois que o curso terminar e também investir no aprendizado de idiomas. “Acho que está tudo interligado, faculdade, idiomas, cursos especializados e força de vontade. Não me arrependo da área que escolhi e pretendo ingressar nela o mais rápido possível”, declara ele.
    Quem também passou por problemas na hora de ingressar no mercado de trabalho, mas por motivos diferentes dos de Thyago, foi Michele Jully Anne Kai, estudante de Propaganda e Marketing da UNIP (Universidade Paulista). Por motivos financeiros, ela resolveu continuar no emprego que tinha antes de começar a estagiar. “Pretendia trabalhar na área, mas se fizesse isso, não teria dinheiro para pagar minha faculdade”, explica Michele, que é gerente de uma loja de artigos orientais. Ela, que ainda pretende trabalhar na área onde se formará, percebe que o mercado de trabalho busca por profissionais que tenham um diferencial a oferecer na hora de trabalhar. Por esse motivo a estudante faz planos de um intercâmbio depois de se formar e ingressar numa especialização. “Essa viagem vai ser importante na minha vida profissional e, também, pessoal”, aposta ela.

    Para evitar compor o grupo de estudantes que lutam sem sucesso por uma vaga na carreira para o qual estudam, a primeira alternativa é tentar a construção eficiente de canais de informação sobre a área e, a partir desse instrumento, buscar por contatos. As dicas são de Jeanne Marie, coordenadora de arquitetura e urbanismo da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais). “Não adianta ficar parado, é necessário ligar, perguntar e correr atrás de amigos, professores e profissionais”, resume Jeanne, que acredita que tudo isso deve acontecer em parceria com a capacitação profissional. “Algo que pode ser feito por meio de palestras, cursos e até aulas de outro idioma são um diferencial na hora da entrevista”, aconselha ela. A coordenadora vai além e sugere que é possível usar a velha estratégia de bater “de porta em porta” para se aproximar dos profissionais que atuam no segmento que atrai o universitário. A professora exemplifica com o caso de um profissional em arquitetura cenográfica (projetos em teatro, televisão e eventos), que conseguiu ter sucesso na carreira porque quando era estudante resolveu arriscar e, sem receios, foi conversar diretamente com um dos melhores do ramo na época. “Ele se ofereceu para participar de um estágio não remunerado e aprendeu muito sobre o que engloba aquela parte especifica da profissão. É claro que essa realidade não é pertinente a todos, mas é uma ideia do que pode dar certo”, exemplifica ela.

    > Portal Universia, 18/03/2010

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