• 30 ago

    Pessoal, vem aí a VIII Semana Acadêmica do Curso. Confira as atrações…

    Vejam também o cartaz e divulguem!

    Folder VIII Semana Acadêmica de Sistemas de Informação - UNIJALES 2010

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  • 13 ago
    René Ribeiro, da PC WORLD
    05-05-2010

    Os discos de estado sólido (SSD) são muito mais velozes do que um HD tradicional e fáceis de instalar. O que ainda impede sua popularidade é o preço.

    A tecnologia SSD ainda é cara, porém, oferece vantagens em relação aos discos rígidos (HDs) tradicionais. SSDs (discos de estado sólido, na sigla em inglês) são compostos por chips de memória flash no lugar de um disco magnético.

    A grosso modo, são como “pendrives gigantes”. Como não contém peças móveis, são muito mais resistentes a choques físicos, consomem menos energia e são muito mais rápidos que um HD tradicional no acesso aos arquivos.

    Fizemos um teste com um SSD da Kingston recém-lançado, o modelo SSDNow V Series de 128 GB, comparando seu desempenho ao de um HD tradicional. Nossa máquina de testes foi o notebook i680, da Intelbras, com processador Core i5 de 2,67 GHz, 4 GB de memória e HD de 500 GB.

    O SSD tem o mesmo tamanho de um HD de notebook (2.5 polegadas) e sua interface (SATA) também é a mesma do HD. Portanto, basta substituir um pelo outro, sem nenhuma necessidade de configuração.

    Fizemos o teste desempenho usando o software HD Tune 4.01, medindo a taxa de transferência de dados (em megabytes por segundo) e também o tempo de acesso (em milissegundos).

    A primeira figura (abaixo) é referente ao HD e a segunda figura mostra os resultados obtidos pelo SSD.

    hdtune-magnetico.jpg

    HD: transferência de 63 MB/seg e tempo de acesso de 18,4 milissegundos

    hdtune-ssd.jpg

    SSD: transferência de 188 MB/seg e tempo de acesso de 0,3 milissegundos

    É possível identificar facilmente a diferença de desempenho entre as duas tecnologias. Enquanto o HD tem perda de desempenho quanto mais próximo da borda do disco, o SSD tem taxa de transferência constante. O resultado é uma taxa de transferência média de 188 MB/s no SSD, contra 63 MB/s no HD, ou seja, três vezes mais.

    Pena que o preço ainda seja elevado. O modelo que testamos (de apenas 128 GB) sai por 1.400 reais. Para saber mais, assista o vídeo abaixo (também disponível no Youtube) e confira o procedimento para fazer upgrade, além de um teste comparativo de tempo de boot do Windows 7 entre o SSD e o HD.

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  • 29 jun

    .: Agência americana lançou programa para construir máquina mais rápida.
    .: Computador deverá fazer 1 quintilião de cálculos matemáticos por segundo.

    A Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa (Darpa) norte-americana anunciou nesta semana um projeto para construir o supercomputador mais rápido do mundo. A máquina que os pesquisadores querem desenvolver deve ser mais de 500 vezes mais veloz do que o supercomputador mais poderoso em funcionamento e atingir a marca de 1 quintilião de cálculos matemáticos por segundo. A Darpa é a responsável pelo nascimento da rede que serviu como embrião da internet, conectada pela primeira vez em 29 de outubro de 1969.

    A velocidade dos computadores é medida em Flops – sigla em inglês para operações de ponto-flutuante por segundo –, cálculos que envolvem números muito pequenos ou muito grandes. Um bom computador caseiro, com o processador Intel Core i7 980 XE,  por exemplo, opera em pouco mais de 100 GFlops – 100.000.000.000 dessas operações a cada segundo. A nova máquina será, portanto, 10 milhões de vezes mais veloz do que as máquinas domésticas.

    Em 2008, pesquisadores conseguiram quebrar a barreira dos petaflops (PFlops) – o equivalente a um quadrilhão, 1.000.000.000.000.000 de cálculos por segundo. O IBM Roadrunner, que está em um laboratório no Novo México, Estados Unidos, chega a 1,1 PFlops. O que a Darpa quer agora é chegar a um quintilião de operações, mil vezes mais do que isso (1.000.000.000.000.000.000 operações por segundo).
    Supercomputador Cray Jaguar consegue fazer 1.759.000.000.000.000 operações de ponto-flutuante por segundo.Cray Jaguar consegue fazer 1.759.000.000.000.000 operações de ponto-flutuante por segundo. Máquina que será desenvolvida na Darpa deve chegar a 1 quintilião, 500 vezes mais cálculos por segundo do que o supercomputador mais potente da atualidade. (Foto: Divulgação)

    Cray Jaguar consegue fazer 1.759.000.000.000.000 operações de ponto-flutuante por segundo. Máquina que será desenvolvida na Darpa deve chegar a 1 quintilião, 500 vezes mais cálculos por segundo do que o supercomputador mais potente da atualidade. (Foto: Divulgação)

    Cray Jaguar consegue fazer 1.759.000.000.000.000 operações de ponto-flutuante por segundo. Máquina que será desenvolvida na Darpa deve chegar a 1 quintilião, 500 vezes mais cálculos por segundo do que o supercomputador mais potente da atualidade. (Foto: Divulgação)

    Atualmente, o supercomputador mais poderoso do mundo é o Jaguar XT5, construído pela Cray no Oak Ridge National Laboratory, em Oak Ridge, Tennessee, com velocidade de 1,759 PFlops. Ou seja, se conseguir chegar ao quintilião de operações, o computador planejado pela Darpa será 568 vezes mais rápido do que o Jaguar.

    O Jaguar ocupa o primeiro lugar da lista TOP500, que divulga os supercomputadores líderes em velocidade no mundo, desde 2009.

    Um documento publicado pela Darpa explica que o sistema Omnipresent High Performance Computing (OHPC) envolverá novas pesquisas e desenvolvimento, para aprimorar hardware, software e design de linguagem que permitam alto desempenho, melhor hierarquia de memória e armazenamento, entre outras características. Até o dia 6 de agosto, empresas podem apresentar projetos para participar do programa da agência.

    Com o passar dos anos, pesquisas como essa e os avanços das tecnologias de computação provocam a queda no custo das operações realizadas pelos computadores. Em 1961, o custo aproximado por GFlops era de US$ 1,1 trilhão (o equivalente a 17 milhões de unidades do IBM 1620, que custava US$ 64 mil). Em 1984, chegar a essa velocidade custava US$15 milhões. De lá para cá, os números só despencam: US$ 30 mil em 1997, US$ 1 mil em 2000, US$ 82 em 2003 e apenas US$ 0,13 em 2009.

    26/06/2010 12h00 – Atualizado em 27/06/2010 00h25

    Do G1, em São Paulo

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  • 23 mai

    Dia 22 de maio de 2010 em um dos laboratórios da UNIJALES campus Central foi realizado o curso “Construindo e administrando um Website com o Joomla“. Os alunos do curso de Sistemas de Informação participaram em peso. O assunto foi ministrado pelo professor Cristiano Pires Martins com uma duração de 8h.

    Acompanhem algumas fotos…

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  • 19 mai

    Joomla!A Empresa Júnior do curso de Sistemas de Informação – UNIJr, está com inscrições abertas para o curso “Construindo e administrando um Website com o Joomla“. As inscrições são feitas na sala da UNIJr nos intervalos ou com os membros da Empresa.

    .: Investimento: R$15,00.

    .: Local: laboratório próximo ao xerox – UNIJALES – Unidade Centralno

    .: Data: 29/05/2010

    .: Horário: das 8h às 17h com intervalo de 1h.

    .: Carga horária: 8h.

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  • 19 mai

    Novos horários de funcionamento a partir do dia 31 de maio (2ª feira)

    .: Secretaria

    - das 13h às 17h

    - das 18h30 às 23h

    .: Tesouraria

    - das 8h às 11h30

    - das 13h às 17h30

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  • 19 mai

    Atitudes e falhas que poderiam ser relevadas ganham maior relevância

    Ao terminar a universidade o recém-formado pode ter uma certeza: vai ser muito mais exigido na hora de arrumar um emprego do quando concorreu a um estágio. O ingresso no mercado de trabalho, além de mais competitivo, se torna ainda mais rigoroso. Para conquistar a primeira oportunidade profissional na área de formação, os padrões adotados aos tradicionais programas de estágio devem ser deixados para trás. Conhecimentos, competências e habilidades que antes eram consideradas diferenciais passam a ser requisitos básicos. Atitudes e falhas que poderiam ser relevadas ganham maior repercussão e podem colocar em xeque a aprovação no processo seletivo. A mudança na exigência, segundo Janaína Ferreira Alves, coordenadora do curso de pós-graduação em Gestão de Negócios da Faculdade IBMEC-RJ, é natural e compatível às atividades e responsabilidades das novas funções. “Enquanto o estagiário não tem alto nível de conhecimento técnico e nem sempre domina totalmente uma língua estrangeira, o perfil do profissional é mais complexo”, compara Janaína. De acordo com ela, o mercado espera que o candidato graduado tenha conhecimento técnico mais consolidado, melhores competências comportamentais, experiências profissionais anteriores, bem como tenha cursado ou curse uma pós-graduação e fale pelo menos dois idiomas estrangeiros.

    Janaina, no entanto, reconhece a existência de processos seletivos diferenciados para cada tipo de profissional, a partir das vagas oferecidas e dos perfis estipulados para cada contratação. Ainda sim, Dália Derner, professora de Gestão Estratégica de Pessoas da Universidade Anhembi Morumbi, afirma a preferência das empresas por candidatos que expressem autonomia e tomem decisões de acordo com o espaço que lhes forem dados. Para ela, essa é a grande diferença em relação à contratação de um estagiário. “A organização espera que o profissional traga essas questões de autonomia e liderança de experiências anteriores”, afirma ela. Experiência profissional que não se limita aos empregos registrados em carteira. As oportunidades de estágios também são reconhecidas. É o que garante Rafael Chiuzi, professor de Psicologia Organizacional e Gestão de Recursos Humanos da Universidade Metodista. Mas para ele, a comprovação dessas vivências não pode se limitar ao discurso verbal. Ele enfatiza a necessidade de mostrar ao avaliador materiais palpáveis que expressem suas produções e conquistas profissionais. “Além de apresentar o currículo e a carteira de trabalho, é possível entregar carta de referência do antigo emprego com a descrição de suas funções e qualidades”, sugere ele. Segundo ele, em carreiras mais práticas – como design, jornalismo, publicidade, arquitetura ou engenharia – é recomendada ainda a apresentação dos trabalhos produzidos nos antigos empregos.

    Para qualificar o nível das experiências, Chiuzi afirma que os recrutadores, em geral, apresentam situações adversas e solicitam que os candidatos apresentem soluções adotadas em empregos anteriores. “Na seleção de um estagiário, pede-se que os estudantes criem saídas aos problemas apresentados. Mas quando se trata do processo seletivo de funcionários, as competências dos profissionais são quantificadas a partir de sua própria trajetória no mercado de trabalho”, diferencia ele, que acrescenta a relevância de conhecimentos culturais. “E quanto mais experiências profissionais se tem, maior será o diferencial para a conquista da tão almejada vaga”, acrescenta o professor da Universidade Metodista. Outro aspecto cobrado nas seleções de estagiários, mas mais profundamente avaliado para a escolha de profissionais formados é o foco dos candidatos. De acordo com Dália, todos – independente do nível de formação – devem demonstrar saber em qual área querem trabalhar, bem como o que desejam adquirir a partir do crescimento profissional. Para conseguir vencer esse desafio, Olavo Henrique Furtado, coordenador de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, sugere que os candidatos conheçam bem a empresa para a qual pretendem concorrer à vaga. “Saiba o que a organização oferece ao mercado, fique por dentro do seu ramo de atividade e identifique quais os benefícios que pode proporcionar a você”, recomenda ele.

    Diferenças estruturais – As diferenças entre a avaliação que é feita na contratação de um estagiário e de profissional não se restringem ao nível de cobrança. Incluem também as estruturas e as características do próprio processo seletivo. Segundo Dália, para o nível profissional, algumas etapas da seleção não são necessárias, tais como provas de conhecimentos gerais e dinâmicas de grupo. “Claro que isso pode variar de empresa para empresa, mas normalmente as organizações buscam profissionais com um pouco mais de urgência para ocupar cargos importantes e a avaliação é feita, principalmente, em cima das experiências e cargos anteriores”, explica Dália. Mesmo sem acreditar na existência de manuais de regras básicas para se dar bem no processo de seleção, Furtado dá algumas dicas aos candidatos interessados em não fazer feio na hora da entrevista. “É muito importante que o profissional mostre, além de suas experiências, uma postura durante sua apresentação”, destaca o coordenador da Trevisan. Segundo ele, é preciso demonstrar humildade e, ao mesmo tempo, saber se valorizar. Ter autoestima também é bastante relevante. “Apresentar um currículo não é apontar um monte de cursos e qualificações, é mostrar um projeto de vida, sobre o que ele já fez ou busca conquistar para a carreira”, completa ele.

    O cuidado de um profissional deve ser redobrado. Isso porque, de acordo com Chiuzi, aspectos que são toleráveis na seleção de estagiários se tornam inaceitáveis e passíveis de desclassificação quando o processo seletivo é destinado a candidatos de nível superior completo. “Para o estagiário sempre existe uma amenização no modo como ele fala e no jeito que ele se veste. Isso porque é jovem e vive num contexto diferente dentro da faculdade. Para o profissional as coisas são diferentes, pois quanto melhor for a aparência e a sua postura diante da entrevista melhores são as chances de contratação”, exemplifica o profissional da Universidade Metodista. A não contribuição com a equipe dentro de uma dinâmica de grupo ou a ausência de pró-atividade durante a entrevista são atitudes, na visão de Janaína, intoleráveis num candidato à vaga de nível superior. Em caso de organizações mais conservadoras, ela acredita que a cobrança por essa participação é ainda mais forte. “Além disso, se ele disser ter feito alguma coisa que na realidade não fez, a falta é mais grave ainda”, enfatiza ela. Para a professora, falar a verdade é importante sempre. “Não deixe transparecer nada que não seja”, orienta Janaína.

    > Portal Universia, 18/05/2010

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  • 03 mai

    PAluna sorteada na Promoção Matrículas UNIJALES 2010romoção de Matrículas: A aluna Josiane Carvalho Dela Coleta, do Curso de Sistemas de Informação, foi a ganhadora do sorteio realizado no dia 22 de abril, na unidade central e faturou uma viagem para Buenos Aires, Argentina.
    Após o Processo Seletivo 2010, durante a campanha de matrículas, o aluno que efetuou matrícula, recebeu um cupom e concorreu ao prêmio.

    Sugestão: Assessoria de Comunicação
    Crédito: Ana Lucia Caparroz Gomes

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  • 03 mai

    .: Ganhadora Pen Drive 2GB

    Elaine Vilela Mauricio

    .: Ganhadores dos Mouses Pads

    Cassia da Cruz Silva
    Daniel Dos Reis Galo
    Jéssica Cristiane Pimenta
    Kalbi Garcia Barbosa
    Márcio José Lopes de Oliveira
    Otaviano Augusto Pereira de Castro
    Rodolfo José Bertolassi
    Rogéria Oliani
    Vanessa Polveiro de Souza Oliveira
    Warley Oliveira Matias
    Yona Ono de Lima

    .: Entidades Assistenciais em que foram entregues as doações.

    AACAJ- Associação de Apoio a Criança Adolescente de Jales
    Lar dos velhinhos de São Vicente de Paula
    SACRA- Sociedade Assistencial e Cultural da Regiao da Alta Araraquarense

    .: Confiram as fotos

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  • 28 abr

    Laboratório atualiza resultados; veja quem subiu e quem desceu no ranking.
    Divulgação de relatórios semestrais ajuda na escolha da proteção ideal.

    Semestralmente o laboratório AV-Comparatives lança um relatório com os testes dos principais antivírus do mercado. A AV-Comparatives é uma organização sem fins lucrativos, localizada na Áustria, que avalia os produtos em três categorias: taxa de detecção de vírus, quantidade de falsos positivos (quando o programa acusa erroneamente a presença de vírus) e velocidade de varredura.

    Para realizar os testes, os especialistas da AV-Comparatives contam com ajuda de universidades que enviam seus estudantes para auxiliá-los tanto na escolha da melhor metodologia quanto na execução dos testes.

    Confira g1.globo.com como cada um se saiu, e saiba como escolher o mais adequado para seu computador.

    Fonte: http://g1.globo.com 27/04/2010 10h00 – Atualizado em 27/04/2010 22h14

    Gabriel dos Anjos Do G1, no Rio

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  • 26 abr

    A era dos múltiplos núcleos chegou para ficar e com ela surgiram muitas dúvidas. Conheça hoje os detalhes dos novos processadores da Intel.

    A tecnologia avançada na área de hardware possibilita um avanço desenfreado nos processadores, o que faz o usuário ficar cada vez mais perdido em meio a tantas opções e novidades. Você certamente já deve ter ouvido falar ou até mesmo experimentado um computador dotado dos novos processadores da Intel, porém já sabe as diferenças entre os novos modelos da maior fabricante de CPUs?

    A equipe do Baixaki decidiu criar um artigo especial para falar um pouco do muito que estes novos processadores têm a oferecer. Este artigo visa abordar de uma forma compreensível as especificações, capacidades e recomendações de uso sobre cada um. Obviamente, o artigo serve para qualquer usuário que esteja buscando conhecimento e informações gerais, mas também é voltado àqueles que pretendem adquirir um novo CPU.

    Apresentando os novos processadores da Intel

    Conheça o Intel Core i3

    Como todos já devem saber, a Intel lançou três modelos de processadores diferentes. Cada um possui um foco, pois existem usuários com interesses distintos. O Intel Core i3 é a linha de CPUs voltada aos menos exigentes. Por pertencer à nova linha Core, o i3 traz dois núcleos de processamento, tecnologia Intel Hyper-Threading (que possibilita a realização de mais tarefas), memória cache de 4 MB compartilhada (nível L3), suporte para memória RAM DDR3 de até 1333 MHz e muito mais.

    Intel Core i3

    .: Achou pouco? O Core i3 tem mais segredos na manga

    Os CPUs da linha Core i3 parecem fracos, contudo eles vieram para substituir a antiga linha Core2Duo. Qualquer Core i3 vem equipado com um controlador de memória DDR interno (o que já ocorre há muito tempo nos processadores da AMD), um controlador de vídeo integrado — Intel HD Graphics que opera na frequência de 733 MHz — e o suporte para utilização de duplo canal para memória RAM (o que significa que as memórias trabalham aos pares).

    .: Tecnologia Intel Hyper-Threading

    Em uma época em que os processadores de múltiplos núcleos estão dominando, a Intel decidiu criar modelos que pudessem simular uma quantia ainda maior de núcleos. Se você for analisar que os CPUs da linha Core i3 possuem apenas dois núcleos, pode imaginar que eles não durem muito mais. Contudo, com a utilização da Intel Hyper-Threading, os processadores i3 “ganham” dois núcleos a mais.

    Quem já possui um Intel Core i3 deve ter reparado que o Windows detecta quatro núcleos, contudo esse artifício da duplicação dos núcleos não significa muito. E quem pensou que o i3 realmente trabalharia como um processador de quatro núcleos se enganou completamente. Para perceber a diferença entre um processador de quatro núcleos e outro de dois, basta comparar os resultados em desempenho.

    Por exemplo, se você colocar um Core i3 ao lado de um Intel QuadCore, não há dúvidas de que o QuadCore terá um desempenho muito maior (em qualquer atividade). Claro que isso não significa que a nova tecnologia não serve para nada, muito pelo contrário. A Intel Hyper-Threading é ideal para momentos em que você precisa efetuar várias atividades simultaneamente. Essa tecnologia serve para que um núcleo consiga realizar duas atividades ao mesmo tempo, daí o motivo pelo qual a tecnologia, supostamente, faz os núcleos dobrarem em quantidade.

    .: O que o i3 consegue realizar?

    Tudo o que você quiser. Este processador de dois núcleos mostra-se uma excelente opção para qualquer tipo de atividade. Obviamente ele não é o mais rápido no que faz, mas vai ser muito difícil você encontrar um programa ou jogo que não seja executado com um Intel Core i3.

    .: Troque sua placa-mãe

    O Core i3 chegou ao mercado de hardware faz muito pouco tempo, mas desde que apareceu complicou muito a situação para os usuários que gostariam de comprar um modelo da nova linha de processadores. Os modelos da linha Intel Core i3 utilizam um novo soquete (encaixe na placa mãe), fator que forçou as montadoras a criarem placas exclusivas para eles. Conhecido como socket LGA 1156, esse novo tipo de soquete será utilizado para os processadores Intel Core i3, i5 e pelos novos i7.

    Novas placas-mãe, como esta ASUS P7P55D Deluxe, possuem o soquete   LGA 1156

    .: Dois modelos disponíveis

    A Intel optou por restringir a linha de processadores de baixo desempenho, por isso criou somente dois para a linha Intel Core i3. Abaixo você confere as diferenças entre eles e também visualiza uma lista com todas as tecnologias que ele dispõe para aumentar o desempenho do seu PC.

    Modelo Frequência Núcleos Memória cache Tecnologia HT Tipo de memória Vídeo Soquete
    i3-530 2,93 GHz 2 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Sim LGA 1156
    i3-540 3,06 GHz 2 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Sim LGA 1156

    .: Quero comprar um

    Os processadores das linhas Intel Core são lançamentos, portanto quem deseja optar por uma dessas novidades deve preparar o bolso. Caso você tenha interesse em um Intel Core i3, o gasto não é tão absurdo, mas certamente o custo total do computador pode ser desencorajador. Em nossas pesquisas encontramos o Intel Core i3 530 com preço mínimo de R$ 315e o Core i3 540 pode ser adquirido por R$ 380.

    O Intel Core i5 é o intermediário

    Enquanto o i3 fica responsável por atender aos usuários menos exigentes, o Intel Core i5 é encarregado de suprir as necessidades do mercado de porte intermediário, ou seja, aqueles mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. Disponível em modelos de dois ou quatro núcleos, os CPUs da linha i5 possuem até 8 MB de memória cache (nível L3) compartilhada, também utilizam o soquete LGA1156, controlador de memória DDR integrado, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Turbo Boost e muito mais.

    Um   processador intermediário de alta velocidade

    .: O que é e para que serve a tecnologia Turbo Boost?

    A tecnologia Turbo Boost da Intel promete aumentar a velocidade do processador automaticamente. Segundo o site da Intel, esta tecnologia é inteligente e trabalha 100% do tempo verificando frequência, voltagem e temperatura do processador. Ao notar uma baixa em um dos valores-padrão utilizados pelo CPU, este novo recurso aumenta a frequência e consegue um desempenho muito maior em qualquer aplicação.

    Imagine que a temperatura do processador está abaixo do esperado e você deseja aumentar a velocidade. Com a utilização da tecnologia Turbo Boost você não precisa se preocupar, porque o seu Intel Core i5 vai alterar a frequência ou a voltagem do CPU sem sua permissão e logo você verá um aumento significativo em desempenho. Falando especificamente dos modelos i5, há a possibilidade de um aumento de até 800 MHz na velocidade. Caso você tenha interesse no assunto, pode conferir o artigo anterior sobre o Intel Turbo Boost.

    .: Detalhes dos modelos atuais do Core i5

    Enquanto a linha i3 possui apenas dois processadores para atender aos usuários, a série Core i5 conta com seis modelos diferentes. Criamos uma tabela para você conferir as características técnicas de cada processador desta série, confira:

    Modelo Frequência Núcleos Tecnologia Memória cache Tecnologia HT Vídeo Tipo de memória Turbo Boost Soquete
    i5-650 3,2 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,46 GHz) LGA 1156
    i5-660 3,33 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,6 GHz) LGA 1156
    i5-661 3,33 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,6 GHz) LGA 1156
    i5-670 3,56 GHz 2 32 nm 4 MB (nível L3) Sim (emula 4 núcleos) Sim DDR3 (até 1333 MHz) Sim (até 3,73 GHz) LGA 1156
    i5-750 2,66 GHz 4 45 nm 8 MB (nível L3) Não Não DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,2 GHz) LGA 1156
    i5-750s 2,40 GHz 4 45 nm 8 MB (nível L3) Não Não DDR3 (até 1333 MHz) Sim (Até 3,2 GHz) LGA 1156

    .: Quanto custa?

    Se você já achou o Core i3 caro, então se prepare para o valor cobrado pelos processadores da linha i5. Os processadores mais fracos (Intel Core i5 650) da linha i5 têm preços iniciais em R$ 485 e os mais robustos (Intel Core i5 750) chegam a custar aproximadamente R$ 600.

    .: Vale o investimento? Do que o Intel Core i5 é capaz?

    Investir tanto num processador e numa placa-mãe pode ser um desperdício de dinheiro em alguns casos. Usuários que vão rodar games de última geração e aplicativos de edição de vídeo talvez nem precisem de um i5. Considerando-se que tais tarefas requisitam muito mais desempenho da placa de vídeo do que poder de processamento do CPU, o gasto pode ser desinteressante.

    Claro que se você pode pagar por um Core i5, não há por(espaço)que não investir num processador desses, afinal, ele é capaz de rodar tudo o que você imaginar. Vale frisar que os CPUs desta série não são os mais velozes que existem, portanto sempre haverá um processador capaz de rodar as mesmas aplicações com um desempenho ainda maior.

    O mais alto desempenho: Intel Core i7

    A última palavra em tecnologia de processamento é o i7. A linha de processadores voltada ao público entusiasta e profissional traz muitos benefícios e especificações de cair o queixo. Todos os CPUs da série Core i7 possuem quatro núcleos (o i7-980X possui seis núcleos), memória cache L3 de 8 MB, controlador de memória integrado, tecnologia Intel Turbo Boost, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Intel HD Boost e ainda o recurso Intel QPI.

    Intel Core i7 - Sem limite de velocidade

    .: Intel HD Boost? Para que serve?

    Com o avanço constante dos processadores, os softwares foram forçados a evoluir. Existem softwares que trabalham com conjuntos de instruções específicas, as quais precisam estar presentes nos processadores para que o programa seja executado com a máxima performance. Os conjuntos de instruções principais são denominados como SSE, sendo que existem programas que utilizam instruções diferentes.

    A linha de processadores Intel Core i7 trabalha com a tecnologia Intel HD Boost, a qual é responsável pela compatibilidade entre CPU e programas que usam os conjuntos de instruções SSE4. Tal característica possibilita um maior desempenho em aplicativos mais robustos que necessitam de um poder de processamento de alto nível.

    .: Intel QPI

    O recurso Intel QPI, ou QuickPath Interconnect (Interconexão de caminho rápido), serve para aumentar o desempenho do processador — óbvio, não é mesmo? Afinal, todas as tecnologias são criadas para isso —, contudo, esta trabalha de uma maneira bem diferente .

    Ao invés de aumentar a frequência ou a tensão, o recurso Intel QPI aumenta a largura de banda (o que permite a transmissão de mais dados) e diminui as latências. Vale salientar que este recurso só está presente nos CPUs Intel Core i7 da série 900 e possibilita taxas de transferência de até 25.6 GB/s.

    .: Conheça tudo sobre os modelos da linha Intel Core i7

    Abaixo publicamos uma tabela com as características técnicas de todos os CPU da linha i7. Vale frisar que inserimos o novo i7-980X na tabela, pois, apesar de ele possuir mais núcleos e ter certas diferenças, ainda pertence à mesma série.

    Modelo Frequência Núcleos Memória cache Tecnologia HT Tipo de memória Turbo Boost Soquete
    i7-860 2,8 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1156
    i7-860s 2,53 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1156
    i7-870 2,93 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1333 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1156
    i7-920 2,66 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 2,93 GHz LGA 1366
    i7-940 2,93 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,2 GHz LGA 1366
    i7-950 3,06 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,32 GHz LGA 1366
    i7-960 3,2 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1366
    i7-965 3,2 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,46 GHz LGA 1366
    i7-975 3,33 GHz 4 8 MB (nível L3) Sim (emula 8 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1366
    i7-980X 3,33 GHz 6 12 MB (nível L3) Sim (emula 12 núcleos) DDR3 (até 1066 MHz) Até 3,6 GHz LGA 1366

    Intel Core i7 - Um exagero de processador!

    . : Quero um i7 no meu computador!

    Realizamos uma pesquisa para averiguar os preços dos processadores da linha Core i7, mas somente de saber o absurdo cobrado pela alta tecnologia qualquer um desanima. O modelo mais simples da série i7 (o i7-860) tem seu preço inicial em R$ 740, enquanto modelos mais robustos como o i7-940 são vendidos por aproximadamente R$ 1650.

    . : É um exagero?

    Adquirir um i7 só não é um exagero para quem realmente trabalha com programas que requisitam muito do processador. Jogadores e usuários que procuram um CPU robusto talvez nem devam pensar na hipótese de um i7, porque ele custa muito e não traz benefícios significativos.

    A linha de processadores Intel Core i7 é, sem dúvida, a mais potente do momento, contudo um usuário que adquire tal processador está comprando um PC que não precisará de atualização por muito tempo. Como já citado, profissionais devem investir na compra de um i7, porque ele faz toda a diferença na hora de renderizar vídeos e economizar tempo com tarefas banais.

    Por Fabio Roberto Machado Jordão

    Fonte: www.baixaki.com.br

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  • 26 abr

    A nova microarquitetura dos processadores Intel conta com este recurso que aumenta a capacidade conforme a necessidade do sistema operacional.

    Conheça o Turbo Boost, uma tecnologia da Intel que aumenta a velocidade de processadores com base na demanda de operação, ou seja, o processador é “turbinado” de maneira dinâmica, sempre que necessário e na medida certa para as tarefas em execução. Aprenda mais sobre esta tecnologia neste artigo.

    Em novembro de 2008, a Intel apresentou a nova microarquitetura de seus processadores, batizada de Nehalem. Uma das grandes novidades em termos de desempenho desses processadores é a tecnologia Turbo Boost, que aumenta a frequência do núcleo para melhorar o desempenho do processador quando possível e necessário.

    A grande inovação desta tecnologia é o aumento da performance sem exageros, exatamente quando o usuário precisa de mais desempenho e sem extrapolar os limites da capacidade do processador. Para determinar essa necessidade, o Turbo Boost considera quatro parâmetros: número de núcleos ativos, consumos estimados de corrente e energia e temperatura do processador. Qualquer um destes parâmetros pode fazer com que o turbo entre em ação.

    Se o processador detecta que está abaixo de sua capacidade, temperatura ou limites, o Turbo Boost aumenta a frequência do clock para melhorar o desempenho dos núcleos ativos. A frequência do processador aumentará 133 MHz em intervalos curtos e regulares, caindo na mesma medida quando ultrapassar a capacidade máxima de processamento. A melhora é ainda mais significativa para aplicativos que utilizam apenas um thread.

    O Turbo Boost funciona mesmo que todos os núcleos estejam ativos. O critério que dispara a tecnologia é a constatação de que o processador opera abaixo dos seus limites em determinada tarefa. Ou seja, é o sistema operacional que solicita mais desempenho do processador.

    Uma explicação curta e grossa: se um aplicativo não exige que todos os núcleos trabalhem até os limites da capacidade do processador, o Turbo Boost pode aumentar o clock de cada núcleo individualmente para melhorar o desempenho do chip.

    Desta maneira, os núcleos do processador trabalham mais rápido do que a frequência básica de operação quando exigidos. A frequência máxima que o Turbo Boost atinge depende do número de núcleos ativos e o tempo em que o processador fica “turbinado” depende da carga do trabalho e do sistema operacional.

    Veja alguns exemplos de produtos da Intel que contam com esta tecnologia:

    • Processador Intel Core i7 Extreme Edition (para desktops e laptops)
    • Processador Intel Core i7 (para desktops e laptops)
    • Procassador Intel Core i5 (somente desktops)

    Por Danilo Amoroso

    Fonte: www.baixaki.com.br

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  • 12 abr

    Protótipo será encaminhado a instituições acadêmicas até o fim do semestre. Avanços em consumo de energia podem ser aproveitados em novos chips.

    Até o final deste semestre, a fabricante de microprocessadores Intel vai distribuir máquinas a pesquisadores com um processador experimental de 48 núcleos, enquanto a empresa tenta reformular seus futuros chips.

    Quantidades limitadas do novo processador serão encaminhadas a instituições acadêmicas, informou o envangelista – executivo responsável por divulgar tecnologias e tendências – de tecnologia do Intel Labs, Sean Koehl, na quarta-feira (7/4), durante um evento da empresa em Nova York, nos Estados Unidos.

    O chip pode não chegar a ser vendido comercialmente já que faz parte de um projeto de pesquisa, mas algumas funções podem ser implantadas em novos processadores.

    O desenvolvimento do chip de 48 núcleos faz parte do programa de pesquisas ‘terascale’ da Intel. Entre os objetivos do programa destaca-se a inserção de um n[úmero maior de núcleos em um único processador para viabilizar uma computação mais rápida tanto em dispositivos móveis como em servidores.

    O chip de 48 núcleos opera em uma velocidade de clock similar à dos chips da plataforma Atom, disse o engenheiro do Intel Labs, Christopher Anderson. Voltados a netbooks e pequenos desktops, os chips Atom são mais eficientes em consumo de energia e rodam a velocidades de clock entre 1.66GHz e 1.83GHz. O processador de 48 núcleos, desenvolvido em arquitetura mesh, pode ganhar um salto de desempenho quando todos os chips se comunicarem, observa Anderson.

    A Intel e sua rival AMD anunciaram, na semana passada, chips para servidores com o maior número de núcleos já alcançado pela indústria até agora. Os processadores Xeon 7500 e 6500, da Intel, para servidores de grande porte, contam com oito núcleos, enquanto os chips Opteron 6100 anunciados pela AMD, possuem 12 núcleos.

    A arquitetura do processador de 48 núcleos inclui avanços que bloqueiam gargalos de memória e comunicação comuns em chips x86.

    Para acelerar a troca de informações, a topologia do chip organiza os núcleos com múltiplos pontos para recepção e envio de dados. Este roteamento entre os núcleos facilita a troca de dados e a arquitetura é expansível conforme novos núcleos são adicionais. O protótipo de 48 núcleos possui 24 pequenos roteadores entre eles, informa Koehl.

    De acordo com o evangelista do Intel Labs, algumas funções do protótipo de 48 núcleos como gerenciamento de consumo de energia, podem ser aplicadas em novos chips, em curto prazo. O processador consome entre 25 watts e 125 watts, além de poder desativar alguns núcleos para diminuir a velocidade de clock e o consumo de energia.

    Fonte: http://www.idgnow.com.br

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  • 12 abr

    Os paradigmas que regiam o mundo até a metade do século XX sofreram uma grande reviravolta nos anos 60, com a difusão dos ideais revolucionários que explodiram na França no fim daquela década.

    As passeatas, os confrontos e as frases de efeito ganharam o mundo através do noticiário e da arte, numa época em que a cultura francesa estava tão presente na agenda internacional quanto a norte-americana está hoje. Mas o que pouca gente sabe é que naquele mesmo período e lugar nascia a iniciativa que revolucionou a forma da academia se relacionar com o mundo dos negócios: o MEJ – Movimento Empresa Júnior.

    Criado em 1967 com o objetivo de realizar estudos de mercado para empresas, o MEJ logo ultrapassou as fronteiras francesas e se espalhou por outros países europeus. Em 1988 ele chegou ao Brasil, trazido pela Câmara de Comércio e Indústria Franco-Brasileira. Por aqui, as primeiras instituições a aderir ao movimento foram a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Hoje, as Empresas Juniores atuam como um importante espaço de aprendizagem, onde os estudantes têm a possibilidade de atuar e conhecer o modus operandi do mercado ainda durante a graduação.

    Por que vale a pena?

    A experiência com a realidade do mercado, quanto mais cedo acontecer, melhor. Com as responsabilidades de qualquer empresário experiente, os estudantes que atuam em Empresas Juniores têm a possibilidade de aprender desde cedo a lidar com os desafios cotidianos no mundo dos negócios. Para o professor-doutor Luís Moretto Neto, do curso de Administração da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a experiência prática é fundamental. “Na sociedade contemporânea a visão empreendedora é um fator crítico de sucesso e, nos cursos regulares, esta dimensão nem sempre é trabalhada. Na Empresa Júnior o participante experimenta o processo e entende as dificuldades de empreender no contexto econômico nacional”, afirma.

    O desenvolvimento de aptidões importantes para a carreira de empreendedor é outro fator importante que o professor destaca. “O participante (da empresa júnior) aprende a trabalhar em equipe, a cumprir prazos e a alcançar as metas, sendo que este é o quadro do mundo das organizações e é neste contexto que o egresso do Ensino Superior necessita estar habituado”, afirma Moretto Neto.

    MEJ em números Segundo o site oficial da Brasil Júnior – Confederação Brasileira de Empresas Juniores – existem mais de 22 mil universitários participando de cerca 700 empresas, desenvolvendo mais de 2.000 projetos anualmente.

    Para saber mais sobre Empresas Juniores no Brasil, acesse o site http://www.brasiljunior.org.br/index.php.

    Fonte: Administradores.com.br – Por Simão Vieira

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  • 09 abr

    Cronograma abril de 2010:

    05 a 14.04.10 – inscrição de novos candidatos à bolsa de estudos;

    05 a 16.04.10 – prazo para entrega da documentação pelos candidatos nas Diretorias de Ensino;

    05 a 20.04.10 – aprovação no site das fichas de inscrição dos novos candidatos pelas Diretorias de Ensino e pelas Instituições de Ensino Superior;

    22.04.10 – processamento da classificação e divulgação dos resultados para as Diretorias de Ensino;

    22 a 30.04.10 – encaminhamento pelas DEs dos bolsistas classificados para início das atividades nas escolas em 01/05/10;

    27.04.10 – divulgação dos resultados para os candidatos;

    01.05.10 – apresentação e início das atividades nas escolas dos novos bolsistas;

    Mais informações clique aqui.

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Comentários Recentes

  • A nova linha da Intel está impressionando mesmo! Mas, pra va...
  • pois é ... seje oque Deus quiser kkkkk...
  • Devo admitir que vivemos em uma época niilista em que o pós-...
  • Antes de mais nada, parabéns pela artigo, pois fez-se o uso ...
  • Parabéns Valtuir, gostei muito do tema, principalmente para ...