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  • 30 abr

    Finalmente temos uma vencedora! Rosimar, do 4º ano. Parabéns!

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  • 26 abr

    Nesta segunda-topofeira recebemos a confirmação de que o artigo enviado para o XIII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais foi aprovado para apresentação oral. Com o título O perfil social do idoso em Jales-SP e o acesso às políticas públicas: a pesquisa coletiva como formação de qualidade dos alunos de Serviço Social o artigo relatou e apresentou os elementos mais significativos da pesquisa desenvolvida pelos professores Carlos Eduardo França, Leandro José de Araujo e Maria Cristina Cascarano e alunas do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Jales – UNIJALES, com o título O perfil do idoso no Município de Jales, no ano de 2008. Esta pesquisa teve como principal objetivo traçar o perfil social de 10% da população idosa de Jales, compreendendo, sobretudo, a realidade dessa população frente às políticas sociais do município na área da saúde pelo acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e da assistência social no que tange ao atendimento não-asilar, sobretudo, pelos Centros de Convivência do Idoso (CCI). Para tal compreensão a pesquisa se aprofundou em uma análise quantitativa aplicando questionários estruturados com uma abordagem de gênero e suas correlações com a política de saúde e de assistência social.

    Cabe registrar que o projeto de pesquisa teve como pressuposto capacitar teoricamente os alunos no que tange à realidade do idoso no país, seus direitos e a política de atendimento a população idosa, bem como prepará-los para o desenvolvimento de uma pesquisa, contribuindo, portanto, para a formação desses alunos. Outro aspecto importante é que os resultados foram apresentados ao Conselho Municipal do Idoso para oferecer subsídios na formulação de políticas públicas eficientes e condizentes com a realidade local.

    Nessa busca de identificar a realidade social da população idosa, o respeito aos seus direitos assegurados por Lei, as oportunidades de lazer criadas nos espaços de sociabilidade nos CCIs o projeto e o artigo foi dividido em duas fases e partes. A primeira consistiu na capacitação dos alunos, onde abordamos de modo geral o envelhecimento populacional e os direitos sociais garantidos aos idosos. A segunda fase foi a pesquisa de campo que resultou na aplicação de 483 (quatrocentos e oitenta e três) questionários estruturados aos idosos do município , realizando uma análise da situação do idoso frente ao poder público municipal, com foco no recorte de gênero e de suas relações com as políticas públicas de saúde e de assistência social.

  • 08 abr
    V Semana de Serviço Social

    Lutas sociais e crise do capital:mediações e a consolidação do projeto ético-político profissional

    10 a 14 de maio de 2010

    - PROGRAMAÇÃO -

    Dia 10/05 – Segunda-feira

    19h às 19h30 – Apresentação Cultural
    19h30 às 22h30 – Palestra
    Tema: O projeto ético-político profissional
    Palestrante: Prof. Dr. Ubaldo Silveira – Assistente Social, Filósofo e Teólogo. Mestre em Ciências Sociais, Doutor e livre docente em Serviço Social pela UNESP, atualmente professor adjunto do departamento de Serviço Social da UNESP.

    Local: Teatro Municipal de Jales

    Dia 11/05 – Terça-feira

    19h às 22h30 – Palestra
    Tema: O trabalho do assistente social em equipes interdisciplinares e o projeto ético-político: o desafio da construção de coletividades
    Palestrante: Fabrício Gobetti Leonardi
    Graduação em Serviço Social pela UNESP em 2006. Atualmente é Assistente Social da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP e mestrando em Saúde Mental na mesma instituição.
    Local: Câmara Municipal de Jales

    Dia 12/05 – Quarta-feira

    19h30 às 22h30 – Palestra
    Tema: Globalização e lutas sociais: o desafio da inclusão social
    Palestrante: Deputada Estadual Beth Sahão
    Psicóloga formada pela UEL – Universidade Estadual de Londrina, a deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores Beth Sahão também é mestre em sociologia pela Unesp de Araraquara. Por quase 10 anos, chefiou o Departamento de Recursos Humanos de uma usina de açúcar e álcool da região de Catanduva.
    http://www.bethsahao.com.br
    Local: Câmara Municipal de Jales

    Dia 13/05 – Quinta-feira

    19h às 22h30 – Palestra
    Tema: A crise do capital e a miséria ideológica: os reflexos no Serviço Social
    Palestrante: Prof. Dr. Ricardo Lara
    Doutor em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista – UNESP. Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC.
    Local: Câmara Municipal de Jales

    Dia 14/05 – Sexta-feira

    19h às 22h30
    Comemoração do dia do Assistente Social
  • 29 mar

    Dia 25 de março o CFESS publicou a RES.CFESS_569/2010 que veta a associação de práticas terapêuticas ao título ou exercício profissional de assistente social. O principal da resolução encontra-se no seu artigo 1º, que diz “A realização de terapias não constitui atribuição e competência do assistente social”. Na minha interpretação, com base nas  leituras que fiz até o momento, ocorre o seguinte: se você é assistente social e possuiu alguma especialização em terapia familiar não pode associar essa prática à profissão de Assistente Social, por exemplo, não pode falar que está exercendo a profissão de Assistente Social e sim de terapêuta familiar (ou algo parecido) pois fez tal ou tal especialização.

    O CFESS ressalta, em documento publicado, “que a realização de terapias não está no escopo das competências e atribuições profissionais do/a assistente social regulamentadas em Lei e nas infra-legislações pelo CFESS. Se um/a assistente social quiser praticar atividades terapêuticas, poderá fazê-lo, desde que não associe essas práticas ao exercício da profissão de assistente social”.

    Em resposta à Resolução o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Ensino e Questões Metodológicas em Serviço Social (NEMESS) da PUC-SP publicou um texto confrontando e refletindo alguns pontos interessantes sobre o assunto. Pautados no argumento que a tendência marxista hegemônica não pode ser imposta como única, pois a natureza das profissões é ter linhas diversas e diferentes de atuação, sendo a redução um empecilho para que ela se legitime na sociedade. Neste aspecto, o documento do CFESS também argumenta que o pluralismo não pode desconsiderar as construções coletivas da profissão. “O pluralismo não pode significar, e não significa, em nenhuma profissão no mundo, que os/as profissionais tenham autonomia absoluta para desenvolver suas atividades profissionais sem considerar os fundamentos teóricos e éticopolíticos e as normas coletivamente construídos e que regem uma profissão.”

    O argumento que nos chama atenção no texto publicado pelo Núcleo é que ele se coloca  “contrário à decisão do CFESS que poderia aproveitar o aquecido momento de discussões para reconduzir as reflexões, reforçando as práticas terapêuticas não como dimensão interditada mas como campo possível de especialização e qualificação do Serviço Social e consagrando-as como um eixo de suas metas no âmbito das políticas públicas.”

    De fato, o profissional que possua apenas o bacharelado não deve em nenhum momento associar a prática terapêuta à sua atuação, pois nossa formação não dá sustentabilidade para tais práticas.

  • 29 mar

    Nos dias 26 e 27 de março aconteceu a III Jornada de Iniciação Científica da Unijales. No primeiro dia tivemos duas palestras sobre a importância da Iniciação Científica e a elaboração do projeto de pesquisa. No segundo dia aconteceram as comunicações das pesquisas do PIC-2009 e de outros trabalhos que foram enviados para o evento. O Serviço Social esteve presente na sala 03 e apresentou 02 trabalhos. O evento foi marcado pela seriedade e profundidade nos debates, fato que provocou elogios dos participantes.

  • 09 mar

    mulher2 Nesta segunda-feira, dia 08 de março, ocorreu na quadra da Unidade Central a 3ª edição do evento “Mulheres: lutas e conquistas”, organizado pelos cursos de Letras, Pedagogia e Serviço Social. Inicialmente, tivemos a exposição da Profª. Sônia Saura, coordenadora do curso de Letras, apresentando sobre a pesquisa que será realizada pelos alunos que enfocará a violência contra a mulher e rotinas de exames preventivos. A professora também apresentou aspectos gerais sobre as lutas históricas das mulheres. Em seguida a Profª. Angélica, coordenadora do curso de Pedagogia, expôs sobre o Dia Internacional da Mulher, explicando sua origem, historicidade e apresentando um panorâma sobre as conquistas das mulheres nos últimos dois séculos. O curso de Serviço Social foi representado pelo coordenador, o Prof. Leandro, que apresentou algumas reflexões e avanços da Lei Maria da Penha. O principal enfoque foi abordar o debate sobre a inconstitucionalidade, a equidade e alguns avanços da Lei. Por fim, o principal destaque da noite foi a conscientização sobre a saúde da mulher, apresentada pela equipe da AVCC (Associação Voluntária de Combante ao Câncer) de Jales e aprofundada pela psicóloga Ana Paula Parras.

    Também gostaria de disponibilizar um link para a edição do Boletim CFESS Manifesta em comemoração ao Dia.

    Dia_da_Mulher_2

    Parabéns mulheres, e lembrem-se que as conquistas foram frutos de lutas e a luta é permanente!

  • 03 mar

    BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.amormaterno

    Como estamos no mês de março, mês que comemora o Dia Internacional da Mulher, publicarei uma resenha de um livro que aborda essencialmente este universo. O livro Um amor conquistado: o mito do amor materno, de Elisabeth Badinter. A autora faz um histórico das representações e dos papéis sociais da mulher, do homem e da infância desde o século XVII até meados do século XIX, enfocando as relações familiares e o significado do amor. No início do século XVII as relações familiares eram dominadas pelo medo, fundamentadas na autoridade paterna e na concepção que a criança é símbolo da força do mal, fruto do pecado original, ambas pautadas no predomínio da ideologia religiosa dominante.

    No início do século XVIII, com o advento do racionalismo iluminista e com base na teoria de Descartes, a criança deixa de ser fruto do pecado para ser fonte do erro. “Desprovida de discernimento e de crítica, a alma infantil se deixa guiar pelas sensações de prazer e de dor: está condenada ao erro perpétuo. É preciso, portanto, livrar-se da infância como de um mal. O fato de todo homem ter sido antes necessariamente criança é que constitui a causa de seus erros” (p. 62). Na metade do século XVIII a criança passa a ser considerada como um brinquedo do qual proporciona prazer aos pais. “É uma espécie de pequeno ser sem personalidade, um ‘jogo’ nas mãos dos adultos. Assim que deixa de distrair, deixa de interessar” (p. 78).

    Neste contexto de compreender o papel da infância a autora vai definindo igualmente o papel materno e paterno. Uma das questões interessantes que ela levanta é a indiferença dos pais frente aos filhos, sobretudo, devido ao alto índice de mortalidade. Afinal, “como seria possível interessar-se por um pequeno ser que tinha tantas possibilidades de morrer antes de um ano?” (p. 85). No entanto, Badinter observa com mais atenção os dados e faz a seguinte inversão: “não é porque as crianças morriam como moscas que as mães se interessavam pouco por elas. Mas é em grande parte porque elas não se interessavam que as crianças morriam em tão grande número” (p. 87). De fato, algo a ser refletido e que Badinter deixa em aberto, pois ora ou outra assume uma posição contraditória. No meu ponto de vista seria o mesmo que responder: “tostines é fresquinha porque vende mais ou vende mais porque é fresquinha?”. Eis a questão. O fato é que conforme a autora “em certas paróquias, como em Anjou, nenhum dos pais se dava ao trabalho de comparecer ao enterro de um filho de menos de cinco anos” (p. 89). O que é contraposto pelo fato de que muitos pais não ficavam sabendo da morte dos filhos, visto que os entregavam às amas de leite e só recebiam a notícias muito depois da morte. “É preciso dizer que não se empenham muito em manter-se informados da saúde do filho” (p. 90).

    Para Badinter, ao sentimento dos pais sempre perpassou a necessidade de como livrar-se dos filhos mantendo a cabeça erguida. Tanto que a criação e fortalecimento da escola atenderam de forma satisfatória a tal sentimento, ocorrendo um aumento significativo de alunos na metade do século XVIII.

    Será “no último terço do século XVIII que se opera uma espécie de revolução das mentalidades. A imagem da mãe, de seu papel e de sua importância, modifica-se radicalmente, ainda que, na prática, os comportamentos tardassem a se alterar” (p. 145). Esta mudança da mentalidade é fruto do discurso da valorização da criança, que para a autora torna-se um valor mercantil, pois o aumento da população aumenta a riqueza do Estado. A imagem da mulher e mãe também começa a se modificar, visto que, “por um lado, a nova moda do casamento por amor, que transforma a esposa em companheira querida. Por outro, os homens responsáveis querem que as mulheres desempenhem um papel mais importante na família, e notadamente junto dos filhos” (p. 173).

    madonaÉ interessante notar a significativa influência da doutrina católica na imagem feminina. Ao término do século XVIII “a mulher não é mais identificada à serpente do Gênesis, ou a uma criatura astuta e diabólica que é preciso pôr na linha. Ela se transforma numa pessoa doce e sensata, de quem se espera o comedimento e indulgência. Eva cede lugar, docemente, a Maria. A curiosa, a ambiciosa, a audaciosa metamorfoseia-se numa criatura modesta e ponderada, cujas ambições não ultrapassam os limites do lar” (p. 176).

    A felicidade ou infelicidade dos filhos são progressivamente atribuídas aos pais. “No século XX, ela alcançará seu apogeu graças à teoria psicanalítica. Podemos dizer desde já que se o século XVIII a confirmou, acentuando a responsabilidade da mãe, o século XX transformou o conceito de responsabilidade materna no de culpa materna” (p. 179).

    Será no início do século XIX que a maternidade ganhará destaque e a libertação da criança da carga negativa representará a alienação da mulher-mãe, visto a valorização da intimidade familiar e da singularidade infantil, configurando o filho como recompensa de uma carência afetiva e social. Define-se a entrega incondicional e dedicação integral como ideal de boa mãe, criando-se um mal estar inconsciente às mulheres que não se encaixavam neste modelo, vivendo sob o signo da culpa e da frustração. “Talvez tenham feito o máximo esforço para imitar a boa mãe, mas, não encontrando nisso a própria satisfação, estragaram sua vida e a de seus filhos. Aí está, provavelmente, a origem comum da infelicidade e, mais tarde da neurose, de muitas crianças e de suas mães” (p. 255).

    Com o fortalecimento da ideologia do devotamento e do sacrifício a felicidade da mulher se confronta a ambição feminina e a criança começa a ganhar o status de salvação, pois os sofrimentos da maternidade são o tributo pago pelas mulheres para ganhar o céu. “Entre a mãe e a criança, o século escolheu salvar a criança e imolar a mãe. Nesse sacrifício de si, a mulher encontrava ao mesmo tempo sua razão de ser e seu prazer. A mãe era de fato masoquista” (p. 270).

    No século XX a psicanálise dará profundidade a tais ideias, pois “quer se queira ou não, a psicanálise levou a pensar, durante muito tempo, que uma criança afetivamente infeliz é filho ou filha de uma mãe má, mesmo que o termo ‘má’ não tenha aqui nenhuma conotação moral” (p. 295).

    Pautado na ideia da inveja do pênis, Freud reivindica que a feminilidade normal será desenvolvida a partir do momento em que a mulher abandonar o desejo do pênis pelo do filho. De fato, Freud afirma equivocadamente tal concepção e desconsidera a cultura patriarcal a qual está imerso. Vale a pena transcrever um trecho que questiona esta concepção:

    “Freud supõe também que a menina compara – desfavoravelmente para si mesma – esse sexo visível que é o pênis de um menino e experimenta um ciúme imediato. Por que, pergunta Kate Millet, o que é maior seria considerado melhor? Por que a menina não consideraria seu corpo como a norma e o pênis como uma excrescência antiestética? Por fim, em que se baseia Freud para afirmar que o pênis pareceria à menina mais apropriado à masturbação do que o próprio clitóris? São todas questões a que Freud nunca respondeu, não tendo fornecido nenhuma prova objetiva para sustentar sua noção de inveja do pênis ou de complexo de castração feminino” (p. 333).

    Por fim, com base na ideia de que não existe comportamento materno unificado para que se possa falar de instinto materno “em si”, pois a autora não encontra nenhuma conduta universal e necessária da mãe, nasce a convicção de que o instinto materno é um mito. “Como então, não chegar à conclusão, mesmo que ela pareça cruel, de que o amor materno é apenas um sentimento e, como tal, essencialmente contingente? Esse sentimento pode existir ou não existir; ser e desaparecer. Mostrar-se forte ou frágil. Preferir um filho ou entregar-se a todos. Tudo depende da mãe, de sua história e da História. Não, não há uma lei universal nessa matéria, que escapa ao determinismo natural. O amor materno não é inerente às mulheres. É ‘adicional’” (p. 367).

  • 11 fev

    Muitos alunos tem me perguntado sobre a questão do reconhecimento do curso. Motivado por esta preocupação recorrente resolvi escrever esta mensagem. De fato, o MEC ainda não veio realizar a visita para avaliação. Isso todos sabem. No entanto, a responsabilidade dessa visita ainda não ter acontecido é totalmente do MEC. A UNIJALES e o curso de Serviço Social já fizeram todos os procedimentos e preencheram todos os formulários requisitados.

    Nestes casos o que ocorre é o previsto no art. 63 da Portaria n. 40 do MEC, que diz o seguinte:

    “Art. 63. Os cursos cujos pedidos de reconhecimento tenham sido protocolados dentro do prazo e não tenham sido decididos até a data de conclusão da primeira turma consideram-se reconhecidos, exclusivamente para fins de expedição e registro de diplomas.
    Parágrafo único. A instituição poderá se utilizar da prerrogativa prevista no caput enquanto não for proferida a decisão definitiva no processo de reconhecimento, tendo como referencial a avaliação.”

    Está claro que para a primeira turma o curso é reconhecido! E ainda mais, o parágrafo único, prevê a possibilidade da segunda turma utilizar da mesma prerrogativa do caput do artigo. O que tem ocorrido é que o MEC não dispõe de pessoal qualificado e livre para realizar as visitas. Tanto que no ano passado publicou outra portaria estabelecendo que os curso já avaliados e com nota igual ou superior a 3 no ENADE não passariam por visitas posteriores.

    Para mostrar que a faculdade está em ordem e em dia com seus compromissos. Basta entrar no seguinte link que encontrarão que o curso em análise.

    É preciso ter claro que é importante sim o curso ser avaliado e visitado pelo MEC. No entanto, em nenhuma hipótese o MEC punirá os alunos. Os direitos de vocês como profissionais estão resguardados, garantidos e adquiridos, lembrando que na pior das hipóteses quem sofrerá as sansões será a instituição.  Portanto, não se preocupem que a inscrição de vocês no CRESS está garantida por esta portaria. Caso tenham algum problema, basta procurar seus direitos!

  • 02 fev

    Que pena, as férias terminaram, mas em compensação as aulas estão de volta!!! Alunos e alunas do curso de Serviço Social sejam bem-vindos a mais este ano que se inícia, cheio de esperanças, trabalho, desafios e realizações.

  • 14 dez

    logoServicoAssistente Social Não passeia, realiza visita Institucional.

    Assistente Social Não faz barulho, realiza Mobilização.

    Assistente Social Não conversa em vão, realiza Atendimento Social.

    Assistente Social Não escreve cartas, escreve encaminhamentos.

    Assistente Social Não se senta para bater papo, senta para reunião de equipe.

    Assistente Social Não vai a casa de amigos, realiza visita domiciliar.

    Assistente Social Não brinca, realiza dinâmica de grupo.

    Assistente Social Não separa brigas, realiza mediação de conflitos.

    Assistente Social Não liga, faz contato institucional.

    Assistente Social Não dá ou doa nada, concede benefícios.

    Assistente Social Não sufoca ninguém, realiza supervisão de serviço.

    Assistente Social Não monta panelinhas, articula aliados.

    Assistente Social Não tem “pré-conceitos”, faz diagnóstico social.

    Assistente Social Não segue ou persegue ninguém, realiza monitoramento.

    Assistente Social Não preenche tabelas, realiza estatísticas.

    Assistente Social Não escreve textos, escreve artigos científicos e relatórios.

    Assistente Social Não fofoca com colegas de outras áreas, realiza multidisciplinariedade!!

    Autor Desconhecido

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  • Oi pessoal, alunos e professores do curso. Adorei assistir a...